ERRAR

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Sempre tentaram fazer uma imagem falsa sobre minha pessoa, um menino educado e cheio de qualidades, sem nem um mínimo defeito. Desde que me entendo por gente, recebi uma educação, com milhares de regras. Agora cresci, agora sou do dono de mim mesmo. Dono de minhas atitudes. De minha escolhas. Dono de tudo em mim. E busco por cada gota de suor derramada anos atrás a imperfeição, para envergonhar todos aqueles do mesmo sangue que corre em minha veias e que fizeram eu me passar por uma pessoa que não era, e nunca quis ser. Mais das milhares de regras que minha família impôs, a mais importante era: Nunca cometa um erro que irá se arrepender depois. Errar se tornou uma prioridade, nunca me arrependia dos meus atos. Somente de um deles que cometi a dois anos atrás: matar a pessoa que eu amava, a que eu mais amei em toda minha vida (maldito Crack). Por isso, viva nessa droga de mundo mais não viva no mundo das drogas.


Aproveitando para divulgar uma nova promoção que está rolando no blog Psycgobooks

 

2 comentários:

Anônimo disse... Responder comentário

Lindos, Perfeitos os textos, incrivel como você escreve tao bem *-*

jefhcardoso disse... Responder comentário

Comento enquanto leio “Errar”: Cara, é difícil de comentar, pois não dá margem para que se saiba se é um relato autobiográfico ou uma composição. O tema é muito duro e íntimo. Bem, fica aí a minha atenta leitura, Caio. Parabéns pelo texto! Abraço!

Se tiver um tempo leia “O Rei Dos Picaretas” no http://jefhcardoso.blogspot.com

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